
Boavista, é a terceira de dez ilha em dimensão do arquipélago caboverdiano. A sua geografia é plana, mas a sua paisagem é regularmente moderado do trabalho do vento que transporta areia do continente africano, aqui perto se faz sentir em particular, nos 6 kms do Deserto de Viana, considerado em todos os efeitos como uma continuação ideal do Sahara.
O clima é tropical seco, com uma temperatura média de 26°, com uma variação de 10° durante o ano, enquanto que a água varia em média de 22° a 25°. O sopro constante dos alísios , garante uma brisa marinha que reforça nos meses de Jan, Fev, e Março, dando sempre resultado um clima muito agradavél em cada estação, aqui se adapta o uso de roupa leve e de algodão durante todo o ano.
A natureza encontrou um lugar ideal para consolidar-se de uma variedade sempre mais diversificada de espécies perfeitamente adaptadas, não sendo nunca chocada em graves desastres naturais. A flora e a fauna são tipicamente tropical, e, se diversificam em um ambiente que se pode dizer incontaminado, reparado das acções malidiciosas do homem. Entre as árvores de acácias, coqueiros e tamareiras se encontram numerosos variedades de pássaros que podem concorrer em beleza só com a riqueza do habitat marinho.
Já que a água escava grutas naturais, não é raro ver na primavera os saltos das baleias que vêem aleitar as crias, como também é possivel estudá-los de perto e gravar os cantos melodiosos com hidrophone a bordo de respeitosos barcos à vela.
Pode-se também assistir o encontro anual com a tartaruga Caretta Caretta, que pontualmente em cada Verão vêem depositar centenas de ovos.
O clima agradavél corresponde ao calor de um povo de pouco milhares de habitantes , simples, digno e sorridente, capazes de envolver danças sensuais e cheias de vida, com as melancólicas melodias da morna alimentadas do sopro do Harmattan. A cultura predominante é a creola, mesmo se nos séculos passados os Africanos juntos com a minoria Europeia, sobretudo portugueses, deram vida a uma nova etnia local em que a lingua e história misturaram-se com a cultura Europeia em um mix Original.
A exploracão do fundo marinho nao pode trair a origem vulcânica desta terra, que se pode embater nas paredes rochosas de origem eruptiva, em grutas e ravinas que acolhem as diversas espécies marinhas. O cenário sugestivo é mais sedutivo pela presênça dos numerosos destroços afundados entorno a costa nos tempos antigos, restos de dezenas de galeões e veleiros ainda bem conservados juntos com os seus tesouros.
Descoberta oficialmente em 27 de Setembro de 1460 pelo navegador António da Noli, baptizada em primeiro momento São Cristovão, só em seguida assume o nome actual com o significado “ Buena Vista” retirada da esclamacão legendária de alívio do marinheiro ao ver terra numa furiosa tempestade. Visitado também por Charles Darwin como sua primeira étapa, o arquipélago de Cabo Verde, já como colónia portuguesa, virou República Democrática e Independente na metade dos anos 70 mantendo estreitos laços económicos e culturais com a ex Madre Pátria, categorizando-se por um teor de vida e condicões sanitárias mais desenvolvidas em comparacão a outros países africanos.
Muitos são os motivos para vir a BoaVista, tal como as actividades que o seu povo pode oferecer: excursões de barco a vela nas costas ou em alto mar, para encontrar as rotas transoceânicas dos imensos cardumes de peixes nas suas migrações, observação naturalística, especialmente dos pássaros no deserto interno, windsurf favorecido pelo sopro constante do vento; pesca a traina em alto mar, um retorno à pureza do ambiente natural em que o homem pode e deve aprender a integrar o fruto da sua civilidade que não traem as raízes da terra, tornando-se senão um agradavél coabitante, a possibilidade infinita de saborear a experiência de turismo alternativo, ecosostenivel a medida do homem, sem as supérfulas estruturas do turismo de massa, e, também com o essêncial para garantir um perfeito relax, ou ainda os inesqueciveis imersões subaquáticas.